Penso, logo Insisto!

Tuesday, February 13, 2007

yo estoy vivo

Mais uma vez estou aqui, pronto pra tudo e pronto pra todos.

Ainda não 100%, mas levando a vida devagar, sabendo que assim irei longe.
Deixei de lado a vida de malandragem, agora to afim de algo mais instrutivo.

Retomei a faculdade (mesmo que mal havia começado)(e nem sei se irei longe)(desculpe os dois parenteses mas era necessario).
Estou estudando novamente para concursos publicos, quero algo mais, ainda quero levantar vôo,
subir às alturas, voar como águia.... mas isso já foi assunto em outro texto.
Estou tentando ler a biblia novamente, a falta de tempo às vezes atrapalha e o cansaço me detona... A guitarra tá encostada, empoeirada, coitada... mas a vida continua

Desafios e desafios, ela é feita de desafios e sabe de uma coisa? eu gosto disso...

Quem sabe um dia eu volte a ter tempo para voltar a não ter tempo e querer ter tempo novamente... eh circulo vicioso.

um abraço!

Monday, December 18, 2006

só pra falar que to vivo

pois é.... se alguem vier aqui vai saber que ainda to vivo
não que isso seja importante, pois o morrer é lucro
mas o viver é Cristo, e continuo vivendo nele
mas o Blogger não sabe, e pensei que ele poderia me matar virtualmente
e tudo que eu escrevi aki um dia acabava indo por agua abaixo...

não que isso também seja importante,
mas é sempre bom falar que tenho um blog
mesmo que ele ande meio esquecido por mim e pelos visitantes
mas é isso aí... eu continuo na ativa....
.... ou nem tanto ;)

Thursday, July 20, 2006

galera.... só dando notícia mesmo.. hehehhehh

to sem computador, sem tempo e sem paciencia pra postar.

Por enquanto estou apenas curtindo minha nova vida de casado, minha nova casa, meu novo emprego e por aí vai.....

Deus abençoe a todos voces.

Wednesday, April 05, 2006

A História de DIMAS - Parte Final: O Julgamento

Dimas está sentado no centro de uma sala, ao redor existe uma meia-lua de cadeiras para seus acusadores com uma maior ao centro, ao todo são doze, mas todas estão vazias. Será que o julgamento será adiado? O que será que está acontecendo? Onde estão os juizes? Um guarda permanecia em pé na porta de entrada, mas as atenções estavam voltadas para o lado de fora, ou para outra sala onde acontece um barulho ensurdecedor de uma multidão. Ali esta acontecendo uma grande confusão, ou um protesto. Alguém muito perigoso também devia estar aguardando julgamento, e já enfrentava grandes hostilidades. As pessoas gritavam palavras de ordem, uma voz ou outra soava mais alta, e a turba enfurecida gritava palavrões e blasfêmias (Lucas 22.63-65). A confusão às vezes tomava proporções inimagináveis, e parecia que toda a Casa iria abaixo. Assim passou a maior parte do dia, quando, afinal, um juiz entra na sala e rapidamente lê um texto que contém grande parte dos crimes cometidos por Dimas. Enfim leu a sentença – Pena de Morte, mas antes Dimas teria que ser castigado. Neste momento dois soldados o agarraram pelos braços e o conduziu por um corredor. Passaram por várias salas vazias até chegar em uma cela, ali o trancafiaram junto a um outro condenado (Mateus 27.16). Barrabás (esse era seu nome) nem notou a presença de Dimas ali ao seu lado, pois suas atenções também estavam voltadas para o outro julgamento, principalmente porque ouvia a multidão bradando que o queriam solto (Mateus 27.21-23). Passa-se um tempo e um soldado busca Barrabás na cela e o leva para fora (Mateus 27.26). O mesmo soldado volta alguns minutos depois e também retira Dimas do cárcere para receber o castigo que lhe era devido. Enquanto passava pelo pátio, Dimas viu alguém com um manto vermelho, rasgado e manchado de sangue, caído de joelhos no chão, suas mãos apoiadas em uma mesa de pedra o ajudavam a permanecer naquela posição, enquanto uma centena de pessoas à sua volta gritavam, chutavam, cuspiam, chicoteavam e o batiam com um pedaço de cana (Mateus 27.28-30). Dimas sorriu. O sangue de uma vítima ainda lhe trazia uma sensação muito agradável. O soldado o empurrou para um canto do pátio, e o pôs de joelhos também. Dimas ficou aguardando a chicotada, mas ela não veio. Seu carrasco estava mais interessado na multidão enfurecida que crescia cada vez mais do outro lado. Por um instante Dimas cruzou o olhar com o do homem que recebia sua sentença à distância. Havia algo diferente naquele olhar, ele não compreendeu mas naquele momento sentiu um pouco de pena. O que ele havia feito? Qual teria sido seu crime? Será que era um salteador, um assassino, um estuprador? E ele não chorava, ele não gritava, ele recebia toda aquela punição e de uma forma incrível não abria a boca para blasfemar nem para se defender (Isaías 53.07). Em um determinado momento alguém disse que parasse o espancamento. Era chegada a hora. A multidão dava vivas enquanto os soldados arrastavam aquele homem para fora. Dimas também foi puxado, ele também seria crucificado. Um grande congestionamento humano se formou na rua e era difícil caminhar. Todos queriam ver aquele homem, todos queriam participar daquela agressão. O sangue dele era derramado por todos.

Naquele momento o soldado que levava Dimas o arrastou para uma outra rua que estava deserta, por essa seria mais fácil chegar ao local da crucificação. Dimas não pensava na sua morte, mas pensava naquele outro condenado. Perguntou ao soldado o que aquele homem havia feito à sociedade para merecer tão grande condenação. A resposta foi vazia, mas valeu a pena ouvi-la: aquele homem é JESUS e se diz "O FILHO DE DEUS". Dimas conhecia a história, o tal Jesus fazia apenas o bem, curava os enfermos, ressuscitava os mortos, alimentava aqueles que tinham fome, dava esperança aos desacreditados, amparava e fazia justiça aos pobres. Afinal, o que ele realmente fez para ser condenado?

Rapidamente chegaram ao monte onde ocorreria sua morte, onde já havia um outro homem crucificado. Sua cruz já estava preparada e alguns soldados o aguardavam para terminarem o serviço. Dimas olhou novamente para a cidade. Quantas atrocidades ele havia cometido lá embaixo? quanto mal ele havia levado àquelas famílias? E agora ele receberia sua recompensa. Mas... e o outro?

A multidão chegava já ao pé do monte, e ele pode ver um homem trazendo uma cruz (Marcos 15.21) e um pouco para trás estava um Jesus fraco, quase se arrastando pelo chão, suas roupas sujas e rasgadas, seu corpo dilacerado e com cortes profundos, uma coroa enfiada em sua testa, o povo lançando pedras, paus, palavras de blasfêmias, seu rosto tinha uma crosta de mistura de sangue, suor e terra. Algumas mulheres e uns poucos homens ainda acompanhavam a multidão, chorando a sua morte, e para estes ele disse algumas palavras (Lucas 23.28-31), que Dimas não foi capaz de ouvir pela distância que se encontrava.

Dimas foi colocado em sua cruz, e erguido. Embora seu corpo estivesse dolorido pela caminhada dessa forma era melhor para observar a cena que se formava alguns metros abaixo de seus pés. A multidão foi obrigada a permanecer em uma certa distância, enquanto os soldados deitavam Jesus em sua cruz. Dimas e seu companheiro haviam sido amarrados na madeira, mas Jesus recebia tratamento diferenciado. Um soldado segurou seu braço direito enquanto outro posicionava o prego. O martelo desceu e o baque se fez ouvir nas alturas. Naquele instante em toda sua vida, Dimas não sentiu prazer em ver o sangue. Aquilo foi forte demais para ele que foi forçado a olhar para cima, o corpo tremulo, o suor escorrendo por suas têmporas. O céu estava claro e limpo, mas Dimas teve a impressão de ver raios de tempestade se formando no infinito. Uma nova batida com o martelo e seu coração dispara. Aquele homem estava sendo condenado por fazer o bem. Ele estava morrendo porque levava vida às pessoas. Mais uma batida e Dimas grita, ele imagina a dor que o homem está sentindo lá embaixo e quase a sente em seu próprio corpo. O grito de Dimas é abafado pelos gritos de blasfêmias vindos da cruz ao lado. O outro condenado ri, dá gargalhadas, grita para baterem mais forte.

Nesse instante a Cruz do meio é erguida. Dimas não consegue desgrudar os olhos do Cristo. As pessoas lá embaixo dão vivas, gritam, comemoram, continuam as ofensas, pedras chovem de todos os lados, algumas passam bem perto, mas todas tem um endereço certo.

Agora Dimas está com a cabeça erguida em direção ao infinito, os olhos fechados e um filme passando em sua mente, se lembra da infância, da mãe, do padrasto, recorda os crimes, os erros, os medos, os pecados, a violência, o sangue, as lágrimas correndo por seu rosto. Sua vida estava acabando da forma mais indigna possível, mas ele sabia que merecia tudo aquilo. Tudo que fez em sua existência estava sendo pago naquele momento. Dimas ouve alguém dizendo algo. Seria possível que aquele homem, mesmo naquele estado ainda era capaz de perdoar aqueles que o matavam? (Lucas 23.34) . Ainda sem entender ele ouve do outro extremo mais uma voz: "Você não é o Cristo? Porque não se salva, e aproveite salve a nós também!!" (Lucas 23.39)

Um segundo se passou, uma frase ecoou em sua mente... "Você não é o Cristo? Você não é o Cristo? Você não é o Cristo?".

Aquele homem realmente era o Cristo, o Filho de Deus, o Jesus, o Salvador, a Solução. Dimas tomado de um último esforço, pois já desfalecia em sua carne, grita ao outro condenado: Não! Você não é capaz de temer a Deus nem em sua morte? Nem estando condenado e vivendo seus últimos instantes? Nós estamos recebendo aquilo que merecemos. Estamos pagando por aquilo que vivemos em toda nossa vida. Maldade pela nossa maldade. Mas e esse homem? O que ele fez a ti? O que ele fez aos outros? Que justiça é essa que condena esse inocente que apenas trouxe o bem? E virando – se para O Cristo diz "Senhor, quando estiveres no teu reino, lembre-se de mim" (Lucas 23.40-42). A voz que se ouve, transfere paz a Dimas, a paz que ele nunca sentira em toda sua vida: "Meu caro amigo Dimas, não passará essa noite e você estará comigo em minha casa" (Lucas 23.43).

Um sentimento inédito, um conforto invadiu sua alma. As lágrimas que rolam em seus olhos não são lágrimas de tristezas nem de dor, são lágrimas de alegria, esperança e certeza da salvação. Dimas no último instante de sua vida estava alcançando algo tão simples e ao mesmo tempo tão complicado de compreender. Ele estava presenciando, recebendo e vivendo a Infinita Graça de Jesus Cristo. Aquele garoto que nasceu na manhã fria e cinzenta de um domingo qualquer, experimentou todos os caminhos do mal e do pecado, entrava naquele momento para a história como o maior exemplo do Perdão de Cristo. E com certeza continuará sendo lembrado por todas as gerações.

Friday, March 17, 2006

A História de DIMAS - Parte II: Progredindo no Crime

A charrete passa pela estrada lentamente enquanto o casal troca carícias apaixonadas. É muito bom aproveitar essas tardes quentes para um gostoso piquenique. E eles levam todos os utensílios: Um pano azul claro para forrar o chão, uma pequena cesta com pães e queijos, além de uma garrafa de vinho. O sol brilha intensamente e o vento faz os cabelos da donzela se esvoaçarem pelo ar. Estão felizes e não precisam conter o riso. Eles vivem o amor. Mas o ódio os espreita por detrás da próxima curva.
De cócoras ele espera. Seus cabelos e barbas longas quase se arrastam pelo chão. Os olhos de fogo fazem um raio-x da estrada. O momento é propício, a chance não pode ser desperdiçada. Será apenas mais um roubo e assassinato em sua carreira, aliás já perdeu a conta de quantas vezes fez isso. A carruagem passa e o cão rosna. É o momento. Em um salto Dimas se encontra dentro da charrete. A garota dá um grito e tenta se agarrar ao amado, mas o bandido é mais rápido e forte, a puxa pelo braço e posiciona o facão ao redor de seu pescoço ordenando que o rapaz mude o curso do cavalo para um desvio à direita. O trote do animal segue o compasso dos três corações, mas enquanto dois batem assustados temendo pela vida, o outro segue alterado, excitado por mais essa abordagem.
Ao chegar em uma clareira Dimas joga a garota no chão e com um movimento brusco acerta um soco no olho direito do rapaz que cai no chão desacordado. Agora está tudo fácil, ele pega todo o dinheiro que o jovem traz consigo, algo em torno de 50 moedas, pega também suas roupas, os pães, os queijos e a garrafa de vinho. Agora é a vez da garota. Ela está assustada e chora copiosamente enquanto o bandido lhe arranca as jóias deixando marcas em seu pescoço e braços. Os colares, os pendentes e anéis são lançados dentro de uma sacola, mas ele quer algo mais precioso que bens materiais. Já faz tempo que ele não tem uma mulher consigo, e aquela não é comparada às companhias pagas que ele consegue nos vilarejos. Suas belas formas, sua pele macia e seus cabelos sedosos, fazem os olhos de Dimas arderem em chamas, e o fogo da libido percorre seu corpo o transformando em um demônio incontrolável e insaciável. Ele salta em sua vítima, a segura forte, passando seus braços por seu dorso. Ela treme e grita de medo. Um soco no rosto e isso está resolvido. Agora ele a deita desacordada no chão, enquanto rasga seus vestidos e a beija vorazmente. Vai tirando sua própria roupa e se preparando para o clímax da ação. Deitado sobre a donzela Dimas baixa a guarda, ele só pensa naquele momento e não quer desperdiçar a oportunidade. Os olhos de fogo brilham mais intensamente enquanto seus lábios percorrem o pescoço da garota.
Um chute nas costelas o faz recobrar a consciência de onde está. Se levanta atordoado tentando ver quem o atacou, mas leva um outro soco no maxilar inferior que o faz levantar voo e cair sobre a relva, ele não tem tempo de se levantar quando um golpe é desferido em seu estômago. Ele não quer mais lutar, ele agora quer fugir, de um salto levanta e meio cambaleante tenta correr mas é agarrado por quatro mãos firmes que o jogam no chão e o imobiliza. Agora com os olhos bem abertos ele vê que está rodeado de soldados talvez mais furiosos que ele mesmo. Tenta se debater mas não consegue, uma última pancada em sua testa o faz apagar.
Uma hora depois Dimas acorda e analisa a situação. Está jogado em uma cela escura, suja e húmida, seus pés e mãos ainda estão amarrados. Está semi-nú e com o corpo cheio de hematomas. Ele sabe o que o espera. A pena de morte é o prêmio a quem comete assassinatos e estupros. Seus dias de crime parecem estar no fim. É hora do julgamento.

continua...

Tuesday, March 07, 2006

A história de DIMAS - Parte I: A Infância

Era um domingo, uma manhã cinzenta, nebulosa. Os pássaros não gorjeavam e os galos ainda empoleirados deixavam seu trabalho diário para outro. As árvores quase sem folhas eram impelidas a balançar sob o vento frio daquela manhã. Toda a vila ainda dormia e o único som que se escutava desde o alto da rua era o choro de uma criança. Nascia naquele instante Dimas, um garoto que seria lembrado por todas as gerações. Sua face era morena, seus cabelos eram negros e lisos e os seus olhos como chamas de fogo. Claro que ninguém podia perceber isso. Para todos os presentes naquele quarto ele era apenas mais uma entre tantas crianças, mas seu gênio forte e temperamento mau começaram a aflorar logo na infância. Com cinco anos já não respeitava sua mãe (O pai morrera assassinado) e aos sete ele já tinha sua brincadeira preferida: Adorava matar animais, e sua especialidades era sacrificar pequenos gatos. O fogo em seus olhos se tornava mais vivo, enquanto sua faca penetrava as entranhas do felino, arrancando para fora os dejetos do animal e deixando que ele morresse aos poucos sobre uma pequena mesa de madeira; depois disso empalhava com folhas secas e fazia a carcaça arder em chamas. Em meio a esse ritual de diversão macabro Dimas ia crescendo e aos nove anos cometeu seu primeiro assassinato: um garoto de doze anos, que se atrevera a passar por seu quintal. Depois disso sua mãe teve que mudar da vila para outra região, e nesse lugar conheceu um homem por quem se interessou. Um trabalhador, viúvo, madeireiro que poderia lhe ajudar no sustento da criança, além de servir lhe de companhia. Dimas não gostou da idéia de ter um padrasto e mesmo na tenra idade armou um plano para lhe tirar a vida.
Seis da tarde. Os trabalhadores começam a se encaminhar para suas casas. O Madeireiro esconde seu machado por debaixo de alguns troncos. Não há necessidade de leva-lo para casa. Dimas espreita por detrás de uma árvore. O facão em punho. O silêncio toma conta da mata. Não há ninguém por perto, alí são apenas os dois. Começa a seguir o trabalhador. Alguns passos. Está bem atrás de sua vítima. O facão brilha no ar. O dia se foi e a noite chegou. A lua cheia da um tom sinistro. Apenas o barulho de um rio que passa por perto e o grito agonizante. O facão cravado na nuca. O homem tenta correr, dá alguns passos e cai. Dimas sobre ele desfere vários golpes. Quer ter a certeza de que ele não vai viver. E ele não vive.
Dessa vez sua mãe não resiste. Aos prantos expulsa o filho de casa. Agora ele está sozinho, a história é só dele. E Dimas ficará marcado para sempre. Dimas é um malfeitor.
Continua...

Friday, February 17, 2006

Nem tente entender

Cabra safado e corrupto
você pode pegar minha herança, mas não pega minha ESPERANÇA
Se vendeu por tão pouco, perdeu a consciência, essa é nossa diferença.
Não dependo de grana pra viver, sou livre pra correr, andar e voar
mas principalmente para sonhar,
quando encosto minha cabeça no travesseiro posso viajar
sem peso, sem medo, sem bloqueios.
Durmo o sono dos justos que não tem nada para o mundo
mas tem muito com Deus.
E você? O que tem para oferecer?
A prepotência, a arrogância, ou a ganância?
Como uma marionete nas mãos dos outros, essa é sua vida.
Um boneco, um trapo, um pano velho e rasgado.
Quer saber mais? Fica com meu salário!
Não preciso disso. Não sou viciado em grana, eu tenho um Deus que me ama
Ele me alimenta, Ele me sustenta, Ele não me engana.
O justo não mendiga o pão, e muito menos a sua família o faz.
Portanto meu chapa, pegue o que quiser de valor material,
mas tu não toca nos meus valores sentimentais, pra isso você não tem moral.
A minha integridade não tem preço,
Minha salvação tem, mas já foi pago há muito tempo.
E você não tem cacife pra desafiar o comprador.
Já perdi muito tempo. É hora da decisão.
Qualquer dia a gente se vê!
mas você vai ver, que não precisei de você!


Um dia você vai prestar contas:
“Quando te fizemos isso Senhor?
- Quando fizeste a um desses pequeninos, a mim fizeste”